Chávez afirmou ainda que negocia uma data para que a presidente Dilma Rousseff possa visitar a Venezuela para uma nova reunião bilateral, em até três meses. Ele disse que espera que até lá acordos como estes possam estar adiantados.
“Estamos muito interessados e damos prioridade estratégica para este projeto. Estou muito convencido de que vamos chegar a um acordo”, afirmou.
Questionado sobre o pagamento da contrapartida venezuelana na construção da refinaria de petróleo em Abreu e Lima, em Pernambuco, Chávez afirmou que dispõe há dois anos dos recursos para cumprir o acordo.
Segundo o presidente, falta apenas um acordo com o BNDES sobre as garantias oferecidas pelo governo da Venezuela.
Após o almoço com a presidente Dilma no Palácio do Itamaraty, Chávez teve reuniões privadas com ministros venezuelanos e com o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia.
Perguntado sobre a situação política do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, Chávez preferiu não fazer comentários. "Eu não posso, por respeito ao Brasil, vir aqui e me intrometer em um assunto que não conheço", afirmou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário